Pets – A vida secreta dos Bichos | Crítica

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Pets – A vida secreta dos Bichos | Crítica

Primeiramente, HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA; ‘Segundamente’, eu não tenho maturidade pra assistir esses filme; ‘Terceiramente’, pare sua vida e vá assistir no cinema o filme! Ah, e se você tem um “Pet”, é obrigação. Você vai se identificar, certeza. Se você não curte, ou é daqueles “xô! xô! não-me-toque-vira-lata”, recomendo ir comer seu cachorro-quente gourmet longe.

Mas, vamos voltar ao filme. O longa tem como plot a curiosidade de: O que os animais de estimação fazem quando seus donos saem de casa, e eles ficam sós? Bom, a resposta é o que a Illumintaions Entertainment (Meu Malvado Favorito e Minions) desvenda em “Pets – A vida secreta dos Bichos”. Uma animação divertida, veloz, cheia de comicidade, carisma, mas sem aquela reflexão posteriori (tipo Divertida Mente), ou o cuidado emocional com o protagonista (Dory) que a Pixar traz. Mas ele te faz chorar, pois é, chorar de rir!

Antes do filme há um spin-off dos Minions, que eu pensava ser tipo um prefácio da animação de Pets. Bom, na teoria seria. Mas na prática ficou muito deslocado da trama. A animação é feita para todas idades, e quem já tem (ou teve) um bichinho de estimação irá rir descontroladamente em algumas cenas.

As características das personalidades de cada animalzinho são marcantes e vibrantes. Max é o protagonista, um cãozinho da raça Terrier (dublado pelo Danton Mello) que é o xodó e apaixonado pela sua dona, Katie… Até ela trazer pra casa o desleixado Duke (dublado pelo Tiago Abravanel), é quando sua vida vira de cabeça pra baixo em um dia. A Gigi (dublada pela Tatá Werneck) é uma cadelinha fofinha e simpática que tem uma paixão, não muito correspondida pelo Max. Cloe, a gata gordinha que só quer saber de comer, com seu ar blasè, e aquele importância que os gatos dão pra tudo. Além dos seus amigos Billy, Mel, Tibérios dentre outros, que ajudam no desenvolver da trama.

Pets, traz um roteiro bem simples – Dois cachorros que se perdem, são capturados pela carrocinha, e seus amigos se juntam para encontra-los – e foca nos estereótipos de cada bicho. Max e Duke se perdem do grupinho de amigos, e acabam sendo capturados pela ‘carrocinha’, nesse meio tempo aparece o “Bola de Neve” um coelho fofinho possuído pelo desejo de vingança contra os humanos que lhes abandonou, onde o mesmo é líder de um grupo no esgoto, parecido com um clã da resistência.

Há momentos no filme que você solta a gargalhada naturalmente, são piadas não forçadas, mas que você reconhece. O enredo é muito veloz, colorido e divertido. A qualidade da animação não deixa a desejar, muito menos a dublagem deixa. Tatá Werneck é ótima quando se trata de comédia. Há momentos que você lembra do Toy Story e principalmente de Dory, não sei se considero como plágio, mas é muito parecida as cenas.

O certo é que se você tem um Pet, vai querer saber o que ele faz quando está só, assim que chegar em casa. E se levar seu filho será pauta de conversa por uns dias.
Como supra citei; Não é um filme reflexivo, e sem apelo emocional com o protagonista. É um filme pra você rir, achar fofo, rir, divertido, rir, assistir com as crianças, rir, namorada, rir ou até só, e rir.

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Graduado em Administração de Empresas e especializado em Mídias Digitais, aprendiz de designer, pseudo publicitário, impaciente com áreas burocráticas e tentando ingressar no ramo criativo. Amante de animes, viciado em séries e games, enxerido em cosplayer. Tem como maior sonho criar o A³ [Abrigo para Animais Abandonados]. Sou inimigo ferrenho do clichê e desconfiado dos pombos.

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