Dragon Ball Z: A Batalha dos Deuses | Crítica

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Dragon Ball Z: A Batalha dos Deuses | Crítica

Dragon Ball Z – A Batalha dos Deuses vai estrear amanhã no Brasil, 11 de outubro! O filme, supervisionado pelo criador Akira Toriyama, mostra o despertar do deus da destruição Bills, anos depois da batalha contra Majin Boo. Ele acorda de seu longo sono e descobre a morte de seu aliado Frezza por um Saiyajin! O deus vai em busca de Goku para se vingar e encontrar a resposta para sua visão que mostra um Deus Super Saiyajin.

Dragon Ball Z – A Batalha dos Deuses tem momentos de nostálgica pura com a saudação típica de Goku – “Oi, eu sou o Goku”-, a falta de bom-sendo de Bulma discutindo com um deus, os treinamentos do kakaroto, Mestre Kame assanhado, Majin Boo com sua fome sinistra – “vou te comer, vou te comer” – e o momento fusão entre Gothen e Trunks. A dublagem colaborou para esse reconhecimento do público com as vozes originais e expressões bem definidas.

As piadas chegam ao patamar do nonsense, o que é bem útil e agradável pelo longa utilizar referências constantes aos episódios da série Dragon Ball que era mais leve do que sua continuação. Além desse humor, temos a presença do Imperador Pilaf, Shu e Ma. Lembra deles? O grupo que sempre tentava roubar as esferas do dragão quando Goku ainda era pequeno, Bulma tinha cápsulas para tudo, Kuririn não era a pessoa mais certinha e bem, Mestre Kame..era o Mestre Kame! 

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As referências à Dragon Ball Z ficam em torno dos personagens como Gothen, Trunks, Videl, Mister Satan, Majin Boo, Piccolo, graças ao aniversário da Bulma que acontece no longa. E também na lembrança dos episódios grandiosos com todas as suas lutas, rivalidades cheios de flash-backs.

A falha de Dragon Ball Z – A Batalha dos Deuses está na falta de carisma do vilão, Bills. O seu tom e até os traços do desenhos foram um tanto infantis e faltou a presença dos vilões típicos de Dragon Ball. Ele não causou pavor, nem fez surgir aquela vontade de luta. Porque todos nós gritávamos “acabe com ele Goku” quando um inimigo poderoso surgia. Talvez tenham tentando dar o ar de grandiosidade por ser um deus, mas o gato roxo, apesar de extremamente poderoso não conseguiu impacto o suficiente. 

geek-dragon-ball-zAlgumas detalhes também podem incomodar – ou não, vai que eu seja uma fã chata – mas o comportamento um tanto despreocupado com a Terra de Goku e Vegeta deixando seu orgulho de lado, ao contrário de Goku, foram estranhos para quem acompanhou toda a saga. Afinal, nós demos todo o nosso Ki para Goku ter mais forças, lutar e salvar o planeta! E Vegeta sempre foi um ranzinza, brigão, teimoso (mas bom tá?!): “Aah, maldito kakaroto”.

Dragon Ball Z – A Batalha dos Deuses, dirigido por Masahiro Hosoda pela Diamond Filmes, é um longa para quem está com muitas saudades da série, mas precisa de flash-backs constantes! As cenas do Planeta Vegeta e da reunião de aniversário da Bulma são bacanas, entretanto as batalhas entre Goku e Bills deixam um pouco a desejar pela falta de energia carismática do vilão. O duelo não foi impactante como na série de Dragon Ball Z, deixando cansativo. Ainda prefiro o tempo que eu esperava 3 episódios até uma batalha terminar com a emoção entre cada soco e kamehameha!

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Tem a mesma profissão de Clark Kent, mas sonha em ser Bruce Wayne. Espera até hoje o final de Caverna do Dragão, sua convocação para Hogwarts e ser chamada para lutar na Terra Média!

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