Os melhores jogos dessas férias – Parte 1

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Os melhores jogos dessas férias – Parte 1

Fala pessoal, tudo certo? To de volta após um hiato de duas semanas provocado por uma viagem de férias em comemoração ao término da graduação!
Bem, meu primeiro post aqui no Geek Café foi um olhar direcionado
ao que está por vir. Apesar dos comentários sobre a ausência de alguns títulos notáveis, como Resident Evil 6 e Grand Theft Auto V, gostaria de agradecer a receptividade de todos! Desta vez, porém, vou falar um pouco do que já se foi: Minhas férias como gamer.

E o post acaba aqui.

Brincadeira! 2011 foi um ano fantástico para os gamers. Aqui no Brasil especificamente tivemos dois Dias do JogoJusto (projeto sobre o qual pretendo comentar aqui eventualmente) e até mesmo alguns lançamentos oficiais a menos de R$100,00, o que facilitou a aquisição de bons títulos para qualquer coleção. No entanto, 2011 foi também o meu último ano de graduação e o meu primeiro ano trabalhando por conta própria. Entre outras prioridades, acabou que não me sobrou muito mais que míseros 10 dias para tocar no controle. Tentei usá-los de forma sábia e distribuída entre quatro games sobre os quais vou falar aqui hoje e amanhã.

Um aviso:

Eu não zerei nenhum deles até o momento

Me processe, ou pior, me chame de n00b, eu mereço. Com as restrições de tempo, simplesmente não me dediquei a zerar nada, apenas conhecer para retomá-los quando concluísse a graduação. Enfim, chega de lenga lenga e vamos ao que interessa:

1. Castlevania: Lords of Shadow (PS3, Xbox 360)

Castlevania Lords of Shadow 
Esse aqui foi um dos que entrou cedo pro meu catálogo. Adquiri durante o primeiro Dia do JogoJusto, em janeiro do ano passado. Joguei bastante e avancei até o capítulo 8 antes de iniciarem as aulas. Em julho cheguei no capítulo 9. O progresso nessas férias? Me foquei em rejogar boa parte dos estágios anteriores para obter 100% dos itens e challenges.

Sobre o jogo em si, Castlevania: Lords of Shadow, parte com a fórmula de side-scroller 2D presente na maior parte dos games da série para tentar novamente uma aventura em 3D. O resultado é um dos jogos mais bem recebidos pela mídia especializada em 2010.

A jogabilidade copia homenageia God of War e embora alguns tenham criticado, eu não vejo porque. Embora eu prefira Devil May Cry e até mesmo Castlevania por diversos motivos, God of War foi um marco em termos de técnica e é natural que outros desenvolvedores tentem usar aquele estilo como um padrão. Na época dos 8-bits e 16-bits era o que mais tínhamos nos jogos de plataforma, quase todos usando o padrão estabelecido por Mario e Sonic.

O visual de Castlevania é o que mais me impressiona. Você viaja por vales, florestas, castelos, montanhas, pântanos… A atenção dos designers com os gráficos de cada ambiente torna a experiência mais rica e mais viva. Se você é como eu, atento a detalhes e estimulado pelos cenários, então não vai ser difícil passar horas e horas jogando para descobrir por onde o Gabriel Belmont vai passar depois.

Em termos de enredo, como eu não zerei eu prefiro não comentar. Até o momento tenho gostado do desenrolar da história e dos seus personagens. Não é assim um Uncharted em termos de carisma, mas os textos foram muito bem escritos e dubladores são ótimos, especialmente o Zobek, que serve como narrador na introdução de cada estágio.

Minha única crítica ao game é com relação a repetitividade. A jogabilidade se alterna entre Combate / Plataforma / Quebra-cabeça de forma um pouco inconsistente. Às vezes eu me via andando e pulando por tempo demais antes de acontecer alguma coisa, ou combates muito curtos e distantes entre si em alguns estágios. Mesmo assim, é um jogão que recomendo a qualquer um que não tenha experimentado ainda. Espero terminá-lo em breve!

2. L.A Noire (PS3, Xbox 360, PC)

L.A Noire

Foi o jogo que menos joguei dessa lista, mas é o que mais quero jogar. Adquiri a

Complete Edition no final do ano passado e joguei por algumas horas apenas. Diferentemente de outros games da Rockstar Games, L.A Noire não é um sandbox onde você decide que se vai ser o mocinho ou bandido. Aqui você é Cole Phelps, um cara claramente dedicado a fazer o bem e limpar as ruas de Los Angeles da década de 40 como um policial honesto. O problema é que poucos compartilham do seu ímpeto, inclusive entre os seus colegas.

L.A Noire remonta o cenário daquela época de forma bastante fiel, não deixando nada a dever aos filmes de época. A narrativa, a trilha sonora (jazz!), os diálogos… tudo embala o jogador num processo de imersão bem intenso. Aliás, a imersão está bastante presente na própria jogabilidade, pois nem tudo se resolve com tiros ou socos. Há muita investigação envolvida que vai desde identificar pistas até interrogatório de testemunhas e suspeitos. Os desenvolvedores trataram de implantar uma tecnologia gráfica que permite expressões faciais mais realistas e com isso dão ao jogador a habilidade de avaliar a veracidade dos argumentos de uma testemunha ou suspeito com base na maneira como o mesmo se articula durante os diálogos. Esse vídeo explica a tecnologia por trás do processo:


Infelizmente, ainda não tenho muito o que falar sobre o game além disso, apenas reafirmar que as minhas primeiras impressões tem sido as melhores….

Leia também:

Os melhores jogos dessas férias – Parte 2

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