On The Rocks #5 – O que estou curtindo atualmente…

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On The Rocks #5 – O que estou curtindo atualmente…

O On The Rocks desta semana é quase um tema livre, afinal falaremos do som que estamos curtindo atualmente. Vale tudo, pois assim fica mais interessante descobrir um pouco mais de cada um, não é?

Não sabe o que é o On The Rocks? A gente explica: Toda a semana traremos um tema, onde cada membro da equipe indicará um vídeo, dizendo porque aquele vídeo merece estar na nossa playlist. Os leitores que quiserem entrar na onda e montar a playlist conosco, podem participar através dos comentários. É só postar o link do vídeo com a música escolhida e dizer em poucas palavras porque você escolheu aquela música.

Preparados? Então simbora montar mais uma playlist com a gente!

Confira as listas anteriores!

 

Fernanda Carvalho Destaques  On The Rocks #4 – Clipes com históriaFernanda Carvalho

Artista: Clarice Falcão

Música: Monomania

Acontece (e muito) que algumas músicas lançadas em filmes, comerciais e até no meio da rua ficam marcadas sua mente, o problema é o “qual era o nome mesmo?”

Por esse probleminha de memória só conheci a Clarice Falcão a 5 meses, mas já escutava refrões e notas a 9 anos! Entendem? Ela pertenceu a trilha sonora de Lisbela e o Prisioneiro (2003), mas era Lirinha (Cordel do Fogo Encantado) quem cantava as músicas, como “O amor é filme”. Foi só com o Porta dos Fundos (sim, o do Spoleto) que retomei Clarice na minha lista musical e conheci o seu recente e divertido EP!

 

Andre Raboni Destaques  On The Rocks #4 – Clipes com história André Raboni

Banda: Explosions in the Sky

Música: A Song for Our Fathers

Descobri a banda Explosions in the Sky há alguns anos, quando ainda nem tinha notícia direito do que danado era post rock, apesar de já ter escutado alguns discos do Sigur Rós e Mogwai. Acabei me identificando muito com o som de Explosions, que faz uma música instrumental de primeiríssima qualidade – e que nem curte muito ser classificada como “post rock”. Ultimamente tenho escutado discos que ainda não conhecia dos caras, como o All of a Sudden I Miss Everyone e o Take Care, Take Care, Take Care. Mas prefiro postar o clipe da primeira música que conheci do Explosions, que por sinal também é a música que abre o primeiro álbum deles, lançado em 2000, que se chama How Strange, Innocence. A música é A Song for Our Fathers, que sempre está no meu tracklist de final da tarde quando chego do trabalho com aquela vontade de contemplar o por-de-sol acompanhado de uma cervejinha ou uma dose de uísque – sem gelo, por favor – na varanda de casa…

 

Bruno Alves Destaques  On The Rocks #4 – Clipes com história

Bruno Alves

Artista: Nina Becker

Música: Cade Você

Estou sempre ouvindo música – geralmente os clássicos (alô, Pink Floyd!). No entanto, gosto de descobrir coisas novas. Atualmente decidi escutar essa nova geração de cantores/cantoras/compositores brasileiros que fazem a festa em reviews de sites e revistas especializadas. E descobri muita coisa boa que desmente o lugar comum de que a MPB anda mal das pernas. Rodrigo Campos, Tulipa Ruiz e Rômulo Fróes têm ocupado meus ouvidos ultimamente, mas a melhor dessas descobertas foi a bela voz da Nina Becker, que tem três discos imperdíveis: Vermelho, Azul e o último, o excelente Gambito Budapeste, com o Marcelo Callado, do qual indico Cadê Você – se fosse um vinil eu já tinha furado de tanto ouvir.

 

Murilo Lima Destaques  On The Rocks #4 – Clipes com históriaMurilo Lima

Artista: Ozzy Osbourne

Música: Paranoid

Desde que escrevi o artigo “O Rock Brasil não morreu, você que ficou velho e preguiçoso”, estava na vibe de pesquisar novos sons brazucas. Porém desde que 2013 entrou em cartaz, tudo mudou. A autobiografia do deus metal “Eu sou Ozzy” foi o primeiro livro que li este ano e, desde então, estou aprofundando meus conhecimentos na discografia deste cara que admiro desde a adolescência.

Deixo aqui a música Paranoid que foi feita em uma tarde de 1970, quando no último dia de gravação do segundo album do Black Sabbath, o produtor chegou dizendo que o disco estava muito curto e precisava de mais uns 3 minutos, ou seja, uma nova canção. Eles pensaram, pensaram e em 5 minutos o guitarrista Tony Iommi começou a tocar um riff mágico, que foi seguido pelo baterista Bill Ward. Enquanto o fervoroso instrumental seguia, Ozzy Osbourne foi cantarolando o que seria a melodia e Geezer (baixo) escreveu a letra. Simples assim, no fim da tarde eles haviam criado e gravado um hit de apenas 2:53’ que entrou pra lista das 100 melhores músicas de todos os tempos.

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Murilo Lima

Criador e editor-chefe do Geek Café. Administrador entusiasta de novas mídias, inovação e mentes fora da caixa.

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