Os Supremos: Segurança Nacional | CRÍTICA

Os Supremos–Segurança Nacional

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Os Supremos: Segurança Nacional | CRÍTICA

Os Supremos: Segurança Nacional (capa dura, 200 páginas, R$ 29,90) é a sequência direta do volume anteriormente publicado (Os Supremos: Superhumano) e traz a mesma equipe criativa: Mark Millar no roteiro e o fodástico Bryan Hitch na arte cinematográfica!

Depois de terem sido revelados ao público após o incidente com o Hulk, o supergrupo intitulado Os Supremos se reúnem no Triskelion, base da S.H.I.E.L.D., sob o comando de Nick Fury. O que a população não sabe é que a destruição causada na cidade foi fruto de um dos membros da equipe – o Dr. Bruce Banner, que injetou em si mesmo o soro que desenvolveu tentando copiar o soro do supersoldado que deu poderes ao Capitão América.

Enquanto isso, o Capitão América caça Hank Pym pela cidade para tomar satisfações com ele, que desapareceu depois de quase causar a morte de Janet Van Dyne, a Vespa, durante uma DR violenta. E se vocês pensam que Steve Rogers vai afinar quando Pym ficar com vinte metros de altura, leiam a hq e vejam por si mesmos!!!!!

Mas agressão doméstica é o menor dos problemas dos Vingadores Supremos: Nick Fury e a SHIELD descobrem uma invasão alienígena em curso no planeta, comandada pela raça dos Chitauri, que tem a capacidade de modificar sua aparência, tendo chegado à Terra no ano de 1777 e desde lá eles tentam implantar o ódio e a destruição – eles quase conseguiram com o nazismo.

Entram em cena outros agentes de campo, como a Viúva Negra, o Gavião Arqueiro, o Mercúrio e sua irmã, a Feiticeira Escarlate, mutantes filhos de Magneto. Junto com os demais heróis, eles partem prá cima dos aliens com tudo. Porém, espertos que só, os feiosos tem um plano armado nos mínimos detalhes que pode destruir os Supremos antes mesmo de iniciarem a invasão final.

A partir daí, a hq segue num ritmo alucinante, com batalhas épicas entre os heróis e os aliens, com cidades arrasadas, explosões nucleares e, mais uma vez, toda a selvageria de um certo monstro verde cinza chamado Hulk!

A narrativa vertiginosa de Bryan Hitch nos faz sentir como se estivéssemos em um filme grandioso de ação!

O arco final da participação de Millar e Hitch é igualmente épico, mas não há confirmação se a Salvat vai publicar. Porém, deveria, pois é nele que vamos descobrir realmente quem é Thor: um maluco ambientalista porralouca que tem um martelo tecnológico ou o filho de Odin, o mitólógico deus nórdico? Tudo que ele conta sobre enfrentar serpentes e trolls é verdade ou é só falta do remédio prá esquizofrenia?

E aí, Salvat, tem jeito?

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Bruno Alves

Bruno Alves é professor, rabisca de vez em quando uns desenhos por aí e tem sempre uma música tocando em off na cabeça, mesmo quando não está usando headphones. E sim, ele gosta dos Titãs.

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