Se One Piece acontecesse no mundo real, Luffy seria brasileiro!

Criador de One Piece revela qual seria o país de origem de cada protagonista da série

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Se One Piece acontecesse no mundo real, Luffy seria brasileiro!

Se você é um fã de longa data de One Piece já deve saber dessa informação, mas se está chegando agora no mundo criado pelo mangaká Eiichiro Oda, fique sabendo que Luffy, o protagonista da brincadeira, é brasileiro.

Bom, na verdade, seria.

Perguntaram para Eiichiro Oda qual o país de origem de cada membro do grupo Piratas do Chapéu de Palha, os protagonistas da história de One Piece.

Oda, então, para alegria da galera, revelou qual seria a nacionalidade de personagens como Luffy, Nami, Zoro e Robin. Isso foi em 2009, mas o scan da revista onde a novidade foi revelada voltou a circular recentemente pelo 2ch, o maior fórum de conversas do Japão, então a gente aproveita para dar uma relembrada nessa história.

Saca só:

one piece manga

Segundo Oda, esses são os países de cada membro dos Piratas do Chapéu de Palha:

  • Luffy (Brasil)
  • Zoro (Japão)
  • Nami (Suécia)
  • Usopp (África)
  • Sanji (França)
  • Chopper (Canadá)
  • Robin (Russia)
  • Franky (EUA)
  • Brook (Austria).

Curiosamente, apesar de Luffy “ser brasileiro”, o país não teve uma grande participação durante a Era de Ouro da Pirataria.

Os países que se envolveram mais profundamente com a pirataria foram, claro, a Inglaterra e a Espanha, além das ilhas caribenhas (que serviam como base para muitos piratas) e países da Ásia, como a Turquia e a China.

O pirata de maior renome ligado ao Brasil é Roque Brasiliano, um Holandês que passou pelo país durante a invasão holandesa em meados do Século XVII.

Ele operava na Jamaica, mas começou sua carreira pirata na Bahia, antes de ser preso por espanhóis e fugir para prosseguir sua carreira no Caribe, inclusive navegando com o famoso pirata Henry Morgan.

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Leandro de Barros

Campeão de Chess-Boxing por W.O. da minha rua, nerd de nascença, babaca por opção. Depois de muito analisar a sociedade moderna, só tenho uma coisa a dizer: með þýðandi? Veik!

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