Marvel’s Agents of SHIELD Episódio 2: veja bem…

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Marvel’s Agents of SHIELD Episódio 2: veja bem…

Depois de uma estréia de sucesso que animou a rede ABC (11,9 milhões de espectadores), o segundo episódio da série Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. não conseguiu manter a audiência e caiu 34% (8,4 milhões). Não acho que essa queda seja ruim nesse momento, considerando que a gigantesca audiência inicial foi motivada pelos filmes da Casa das Idéias e todo mundo ficou curioso – além disso, a coisa está só começando.

0-8-4, título do episódio, manteve a linha do piloto: uma equipe de especialistas que acabou de se conhecer tentando se entender em pleno trabalho de campo, diálogos engraçadinhos a torto e a direito, toneladas de referências ao universo cinematográfico da Marvel (Stark, Capitão América, Hydra, martelos, Tesseract…) e um Phil Coulson que se mostra, até agora, a melhor coisa da série (o que era de se esperar).

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O episódio começa com a hacker Skye chegando ao ‘ônibus’, o avião que serve de base móvel para a equipe, de mala e cuia para se integrar ao time. O agente Ward, claro, desaprova a idéia e fica questionando Coulson sobre esta decisão; enquanto isso, Fitz e Simmons ficam contentes com a chegada dela e May mantém a cara emburrada de quem está ali forçadamente.

A missão do grupo é investigar um 084, código descrito por Coulson como “algo desconhecido e perigoso” que foi descoberto nas selvas do Peru. Ao chegar no local, a equipe se depara com um artefato encravado na parede interna de uma pirâmide asteca. Depois de um probleminha entre os agentes e a polícia militar peruana, liderada pela Comandante Reys, uma antiga amiga de Coulson, todos são atacados por uma facção rebelde.

Os sobreviventes conseguem chegar à base móvel e partem para um local secreto da SHIELD para estudar melhor o estranho artefato. Porém, a viagem não será tão tranquila como nossos heróis esperavam.

A história básica é essa. Durante o desenvolvimento do programa, vamos conhecendo melhor os personagens e vendo como eles tentam superar suas diferenças para que a missão seja cumprida. É um plot bem clichê esse, usado regularmente em séries que mostram pessoas diferentes tentando trabalhar em grupo.

O renascimento do agente Coulson fica cada vez mais misterioso – podemos notar isso num diálogo entre ele e Skye. Porém, é só isso. Nada de novo, nenhum personagem da galeria de heróis ou vilões da Marvel. Apenas uma história comum de uma equipe de elite em uma missão especial tentando sobreviver em meio a altas confusões no meio da selva.

Ok, tem Nick Fury numa participação muito legal logo após os créditos. E a primeira coisa que notei foi a maquiagem tosca das cicatrizes que fizeram no olho tapado de Samuel L. Jackson. Tenso!

Eu continuo esperançoso e reafirmo que essa queda de audiência não é de meter medo agora. Até porque trailer do terceiro episódio mostra cenas de ação que envolvem o uso de poderes como manipulação da gravidade. Isso pode ser explicado pela participação do personagem Franklin Hall que nos quadrinhos é o supervilão: Graviton, um oponente casca grossa que já bateu de frente com vários heróis da Marvel.

Será que agora a coisa vai? Espero que sim, porque se continuar nessa fórmula clichê, Agents of S.H.I.E.L.D vai ter que pedir ajuda aos universitários Vingadores se quiser sobreviver.

Veja mais sobre Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D.

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Bruno Alves

Bruno Alves é professor, rabisca de vez em quando uns desenhos por aí e tem sempre uma música tocando em off na cabeça, mesmo quando não está usando headphones. E sim, ele gosta dos Titãs.

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